10
maio
08

DIA DAS MÃES INGRID BETANCOURT

Oi,

dia das mães chegando …dia de alegrias p muitos e de tristezas para outros.

Esta semana recebi um e-mail falando sobre Ingrid Betancourt e não posso deixar de compartilhar isso com vcs.Não sei exatamente o que podemos fazer concretamente para auxiliar neste caso, talvez nossa missão seja de não deixar cair no esquecimento e mobilizar a opnião pública. Essa mulher está cativa pq ousou fazer a coisa certa, por lutar para melhorar seu país, por sonhar por um mundo melhor p seus filhos e os “nossos” (sabem que estou na espera).

Uma amiga me disse Simone, enquanto vc. não é mãe de fato, vc. pode usar a energia materna para as pessoas , as situações ao seu redor. E creio que faço isso neste momento.

De todo modo vamos agradecer pelas pessoas que podem passar um dia das mães alegre e feliz.

Esta é Ingrid, pós 6 anos de cativeiro.bjs. Simone

Ingrid Betancourt

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Ingrid Betancourt Pulecio (Bogotá, Colômbia, 25 de Dezembro de 1961 – ) é uma senadora e activista anti-corrupção francocolombiana. Foi raptada pelo grupo terrorista FARC em 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais. Betancourt permanece cativa, pois é uma refém-chave para uma possível troca das FARC para com o governo colombiano por prisioneiros e seqüestrados, respectivamente.

[ Biografia

Filha de um ex-senador e ex-embaixador colombiano com uma ex-miss Colômbia, Gabriel Betancourt e Yolanda Pulecio, viveu boa parte de sua juventude em Paris, onde o pai servia como embaixador da UNESCO. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Seu ambiente familiar propiciou-lhe o convívio com o poeta Pablo Neruda, o escritor Gabriel García Márquez e o pintor Fernando Botero. Teve dois filhos de seu primeiro casamento na França.[1].

Após o assassinato de Luis Carlos Galán, (ex-candidato a presidência) com uma plataforma política anti-drogas, Íngrid decidira retornar à Colômbia (1989). Em 1990 ela trabalhou no Ministério das Finaças da Colômbia, posteriormente abandonou, para entrar na política. Na sua primeira campanha, Íngrid distribuira preservativos que representavam como ela mesmo dizia: “um preservativo contra a corrupção”. Combatia o tráfico de drogas e militava na causa ambiental.

Íngrid concorrera ao cargo de senadora na eleição de 1998 – a quantidade de votos que recebera fora a maior entre todos os candidatos ao senado daquela eleição. Durante seu mandato recebera ameaças de morte por uma organização militar desconhecida, forçando-a a enviar seus filhos para Nova Zelândia.

Na eleição presidencial seguinte, Íngrid concedera apoio a Andrés Pastrana em troca de concessões de seu interesse. Porém, após sua eleição ela reivindicara o não cumprimento das promessas por Andrés a ela feitas.

Após a eleição de 1998 Íngrid escrevera um livro, uma memória. A priori, seu livro não fora publicado na Colômbia , pois continha revelações polêmicas, além de críticas e acusações contra o antigo presidente Samper e outros, por isso fora publicado inicialmente na França com o título: “La Rage au Coeur” (Raiva no coração).[2]

Seqüestrada em 2002, permanece refém das FARC.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Pari]

  1. Bingemer, M.C.(2008): Pela liberdade de uma mulher. Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, acessado em 12 de março de 2r
Commons
O Wikimedia Commons possui multimídia sobre Ingrid Betancourt
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Ingrid Betancourt

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Ingrid Betancourt Pulecio (Bogotá, Colômbia, 25 de Dezembro de 1961 – ) é uma senadora e activista anti-corrupção francocolombiana. Foi raptada pelo grupo terrorista FARC em 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais. Betancourt permanece cativa, pois é uma refém-chave para uma possível troca das FARC para com o governo colombiano por prisioneiros e seqüestrados, respectivamente.

[editar] Biografia

Filha de um ex-senador e ex-embaixador colombiano com uma ex-miss Colômbia, Gabriel Betancourt e Yolanda Pulecio, viveu boa parte de sua juventude em Paris, onde o pai servia como embaixador da UNESCO. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Seu ambiente familiar propiciou-lhe o convívio com o poeta Pablo Neruda, o escritor Gabriel García Márquez e o pintor Fernando Botero. Teve dois filhos de seu primeiro casamento na França.[1].

Após o assassinato de Luis Carlos Galán, (ex-candidato a presidência) com uma plataforma política anti-drogas, Íngrid decidira retornar à Colômbia (1989). Em 1990 ela trabalhou no Ministério das Finaças da Colômbia, posteriormente abandonou, para entrar na política. Na sua primeira campanha, Íngrid distribuira preservativos que representavam como ela mesmo dizia: “um preservativo contra a corrupção”. Combatia o tráfico de drogas e militava na causa ambiental.

Íngrid concorrera ao cargo de senadora na eleição de 1998 – a quantidade de votos que recebera fora a maior entre todos os candidatos ao senado daquela eleição. Durante seu mandato recebera ameaças de morte por uma organização militar desconhecida, forçando-a a enviar seus filhos para Nova Zelândia.

Na eleição presidencial seguinte, Íngrid concedera apoio a Andrés Pastrana em troca de concessões de seu interesse. Porém, após sua eleição ela reivindicara o não cumprimento das promessas por Andrés a ela feitas.

Após a eleição de 1998 Íngrid escrevera um livro, uma memória. A priori, seu livro não fora publicado na Colômbia , pois continha revelações polêmicas, além de críticas e acusações contra o antigo presidente Samper e outros, por isso fora publicado inicialmente na França com o título: “La Rage au Coeur” (Raiva no coração).[2]

Seqüestrada em 2002, permanece refém das FARC.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

[editar] Referências

  1. Bingemer, M.C.(2008): Pela liberdade de uma mulher. Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, acessado em 12 de março de 2008.
  2. http://www.ratsdebiblio.net/betancourtingrid.html

[editar] Ligações externas

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3 Responses to “DIA DAS MÃES INGRID BETANCOURT”


  1. maio 11, 2008 às 1:56 pm

    Olá, Si! Gostei do seu post, onde vc uniu a comemoração do dia das mães ao apelo pela libertação da Ingrid Bettancourt. Desejo que vc tenha um excelente dia das mães!
    Beijos.

  2. maio 13, 2008 às 6:55 am

    Oi Si, é, cada um tem o seu caminho para percorrer. O da Ingrid nao deve estar sendo fácil.

    Grande beijo e chegamos ontem de viagem.

  3. maio 16, 2008 às 3:31 pm

    Olá Simone!

    Então está a aprender a tocar pandeiro?

    Aqui em Portugal chamamos “Pandeireta”.

    Parece fácil de tocar, não é?

    Mas pelos vistos é difícil!

    Tenha um bom resto de dia

    um abraço

    viviana


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