Arquivo para maio \29\UTC 2008

29
maio
08

blogagem coletiva sobre o tabaco-cachimbo e narguilé

Oi,

         hoje ,aliás desde segunda, estou com uma dor de gargante chataaaaaaaaaaaa e hoje ela resloveu intensificar sua aparição, ontem levei umas baforradas de cigarro no ponto de ônibus que ajudaram bastante a inflamação ficar mais forte.Mas não vou falar sobre os maléficios do tabaco, esses todo mundo já sabe.Vou falar sobre algumas coisas que achei interressante.

O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimónias. Foi trazida para a Europa pelos espanhóis, no início do século XVI. Era mascado ou, então, aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um médico francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome nome da nicotina) usava-o como medicamento, para curar as enxaquecas da rainha Catarina de Médicis.

CACHIMBO

O uso do cachimbo teve início nas Américas, no período pré-colombiano. Fazia parte de rituais sagrados dos povos ameríndios significando, para algumas culturas, a união do mundo terrestre (representado pelas folhas) com o celeste (representado pela fumaça). Uma das lendas mais antigas que contam essa relação é a lenda do Búfalo Branco[1] que fala sobre a aparição de um búfalo mitológico, trazendo um cachimbo e dando uma série de instruções sobre como usá-lo para conseguir a comunicação com as divindades e prevenir períodos de seca e fome.

No Brasil também há vestígios do hábito de fumar desde os tempos pré-históricos, tanto em cultos religosos quanto por hábito. O consumo de tabaco dos povos sul-americanos, principalmente no Brasil, podia ser feito mascando, lambendo ou aspirando-o, porém, o mais comum era o uso de cachimbos de cerâmica, raízes de árvores ou mesmo conchas.

Nas artes, é famosa uma obra de René Magritte que apresenta a frase “Ceci n’est pas une pipe“, “isto não é um cachimbo”. Johann Sebastian Bach dedicou a seu cachimbo a aria So oft ich meine Tobackspfeife, um poema musicado em que o compositor atribui ao fumar o cachimbo uma antevisão da imortalidade.

O cachimbo me parece ficou sendo um acessório que dá status a quem fuma, dá um certo ar de inteligência ,de aristocracia.Tal como famoso detetive inglês Sherlock Holmes que até hoje é exemplo clássico entre uma descoberta e outra sempre com seu cachimbo.

NARGUILÉ

O narguilé já parece mais com contos das arabias, envolto em mistérios, envolto em fumaças.Um exemplo é a lagarta do livro Alice no país das Maravilhas. 

Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar. Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, arguile, naguilé etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.

Narguilé teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar o ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de narguilés na Pérsia e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa “coco”.[1]). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o narguilé, já similar ao que conhecemos hoje (com base de cerâmica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.

As cruzadas também auxiliaram a espalhar o narguilé pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países.[2] No Brasil, o narguilé foi trazido por alguns imigrantes europeus, e divulgado pelas colônias turca, libanesa e judaica.

Há uma idéia que fumar cachimbo ou narguilè não faz mal a saúde, pois a água do narguilé filtra as  impurezas, e que o cachimbo não faz mal até agora as pesquisas médicas não confirmam isso.A única certeza ´que tem é que fumar é prejudicial a saúde, mas prometi e não falarei sobre isto

O narguilé é formado pelas seguintes peças:

  • Base: peça central do narguilé; assemelha-se a um vaso. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sucos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.
  • Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e conecta-se à base. Na base, projeta um tubo para dentro da água, que conduz a fumaça.
  • Fornilho (rosh ou cabeça): peça de barro ou cerâmica onde coloca-se o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.
  • Abafador: Artefato em metal (muitas vezes descartados), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.
  • Tubo (ou mangueira): é por onde se aspira a fumaça. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Pode haver mais de um tubo para que várias pessoas fumem juntas (porém estes com válvulas especiais, ou do contrário os usuários não poderão “puxar” a fumaça simultaneamente). Em locias públicos ondes várias pessoas fumam ao mesmo tempo há uma piteira que é removível e lávavel ou descartável.
  • COMO FUNCIONA?
  • Quando se aspira o ar pelo tubo, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base,onde é filtrada e resfriada pela água.A fumaça sobe pelo tubo e é aspirada pelo usuário.

Eu acho narguilé um objeto lindo, para decoração e nada mais!!!!!!!!!!!

 

17
maio
08

COISAS DO BRASIL–SALVADOR-BAHIA

Salvador,aliás São Salvador, capital da Bahia foi a primeira capital do Brasil, tb. conhecida pelas suas belas praias, mas a coisa mais importante da Bahia é o povo, alegre, festivo e trabalhador embora a intriga diga que não.Alguém espalhou que trabalhador tem que ser carrancudo e não pode gostar de festa e nós acreditamos.

  Uma figura típica da Bahia é a bahiana do acarejé, que até hoje vestem -se a carater roupas em geral brancas ou coloridas, torços na cabeça, colares, brincos.As bahianas de acarajé “nasceram”, pós abolição da escravatura qdo as ex-escravas precisavam ganhar dinheiro para se manter, muitas delas excelentes cozinheiras faziam seus quitutes e  levavam ‘as ruas para vender, e isso acabou sendo uma marca registrada da Bahia.

Baiana do acaraj

Baiana vendendo acarajé em Salvador.

Baiana vendendo acarajé em Salvador.

Baiana do acarajé Farol da Barra, 1976, Salvador.

Baiana do acarajé Farol da Barra, 1976, Salvador.

Baianas caracterizadas numa festa folclórica. Caetité, Bahia, 2007

Baianas caracterizadas numa festa folclórica. Caetité, Bahia, 2007

A baiana do acarajé (ou simplesmente baiana) é como são chamadas as mulheres que se dedicam à profissão de vendedora de acarajé e outras iguarias da culinária baiana. Mulheres batalhadoras que com muita luta conseguiram a regularização da profissão junto aos poderes públicos. Uma das principais figuras típicas do Brasil, chega a ser uma caracterização obrigatória nas Escolas de Samba do país.

“O que é que a baiana tem?” – Baiana na arte

Esta pergunta é feita na letra de uma famosa música do compositor baiano Dorival Caymmi, com a resposta:

Tem torso de seda, tem! / Tem brincos de ouro tem! / Corrente de ouro tem! / Tem pano-da-costa, tem! / Sandália enfeitada, tem!

Cantada por grandes intérpretes, desde Carmem Miranda, Maria Bethânia e outros, além do próprio Dorival, foi, durante a primeira metade do século XX, um grande divulgador dessa personagem típica de Salvador.

Ari Barroso, outro grande compositor brasileiro, num dos seus maiores sucessos, também faz referência à quituteira da Bahia, no samba de 1936, onde “No tabuleiro da baiana tem: Vatapá, oi, caruru, mungunzá, tem umbu“… mas sobretudo “desvenda” aquilo que tem a baiana em seu coração: “Sedução, cangerê, ilusão, candomblé“…(em No tabuleiro da baiana).

Além de Carmem, Aurora Miranda foi outra que levou a figura “cheia de balangandãs” da baiana para as telas do cinema: é a baiana “Iaiá“, no misto de animação e filme The Three Caballeros, de Walt Disney (Você já foi à Bahia?, no Brasil).

Atraído pelos encantos e magia baianos, o artista plástico argentino Carybé retratou como poucos a figura da baiana, assim como muitos outros, a exemplo de Santi Scaldaferri.

Atualmente é uma profissão regulamentada pelo decreto municipal de Salvador 12.175/1998 e portarias subseqüentes, que indicam, inclusive, a padronização de indumentária e tabuleiro, zelando principalmente pela higiene na preparação e manuseio do alimento.

Você poe encontrar baianas em todo local de SALVADOR ,no elevador Lacerda

Foi construído pelo engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, sócio do irmão, o comerciante Antônio Francisco de Lacerda, idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, utilizando peças de aço importadas da Inglaterra. As obras foram iniciadas em 1869 e, com os dois elevadores hidráulicos funcionando, em dezembro de 1873 ocorreu a inauguração, com o nome de Elevador Hidráulico da Conceição da Praia. Popularmente conhecido como Elevador do Parafuso, posteriormente seria renomeado como Elevador Lacerda (1896).

Elevador Lacerda - Do alto de suas torres, descortina-se a vista da Baa de Todos os Santos e do famoso Mercado Modelo; ao fundo, o Forte do Mar.

Poderia ficar dias aqui falando dos lugares turísticos, históricos de Salvador, mas sei que isto é uma blogagem coletiva e vcs. vão visitar outros blogs ,mas como gostei muito de falar de minha cidade, vou falar dela em outros posts.

Dorival Caymmi

Composição: Dorival Caymmi

O que é que a baiana tem?
Que é que a baiana tem?
Tem torço de seda, tem! Tem brincos de ouro, tem!
Corrente de ouro, tem! Tem pano-da-Costa, tem!
Tem bata rendada, tem! Pulseira de ouro, tem!
Tem saia engomada, tem! Sandália enfeitada, tem!
Tem graça como ninguém
Como ela requebra bem!
Quando você se requebrar Caia por cima de mim
Caia por cima de mim
Caia por cima de mim
O que é que a baiana tem?
Que é que a baiana tem?
Tem torço de seda, tem! Tem brincos de ouro, tem!
Corrente de ouro, tem! Tem pano-da-Costa, tem!
Tem bata rendada, tem! Pulseira de ouro, tem!
Tem saia engomada, tem! Sandália enfeitada, tem!
Só vai no Bonfim quem tem
O que é que a baiana tem?
Só vai no Bonfim quem tem
Um rosário de ouro, uma bolota assim
Quem não tem balangandãs não vai no Bonfim
Um rosário de ouro, uma bolota assim
Quem não tem balangandãs não vai no Bonfim
Oi, não vai no Bonfim …

14
maio
08

Pandeiro

Oi,estou aprendendo a tocar pandeiro, olhando parece fácil, mas na prática a coisa é diferente……tantos detalhes e tudo ao mesmo tempo,e a mão doe, doe muitoooooooo ahahahahahahahah.

Pois bem este instrumento tão popular no Brasil, nasceu nas Arabias, ficou famoso na Europa e tornou-se popular na Itália e Espanha, chegou ao Brasil no século passado e é conhecido e executado em todo país.

3 Pandeiros

3 Pandeiros

Pandeiro é um instrumento musical de percussão com rodelas (soalhas) duplas de metal enfiadas em intervalos ao redor de um aro de madeira. Pode ser brandido para produzir som contínuo de entrechoque, ou percutido com a palma da mão e os dedos.

Jacson do pandeiro ,um paraibano é tido como o maior ritmista brasileiro, levou os ritmos brasileiros p o mundo.

bjs. Boa semana.

Música :Escurinho/O samba e o pandeiro (Geraldo Pereira)

Zizi Possi canta

"...Eu vou pro samba, mas não deixo de levar o meu pandeiro
Ele vai, ele vem, ele vem, ele vai comigo na frente
Eu vou pro samba, mas não deixo de levar o meu pandeiro
Ele vai, ele vem, é com ele que eu faço o samba quente

Maria, traz aí minha sacola
Minha sacola de couro
Maria, traz aí o meu pandeiro
Ele é o meu tesouro"
10
maio
08

DIA DAS MÃES INGRID BETANCOURT

Oi,

dia das mães chegando …dia de alegrias p muitos e de tristezas para outros.

Esta semana recebi um e-mail falando sobre Ingrid Betancourt e não posso deixar de compartilhar isso com vcs.Não sei exatamente o que podemos fazer concretamente para auxiliar neste caso, talvez nossa missão seja de não deixar cair no esquecimento e mobilizar a opnião pública. Essa mulher está cativa pq ousou fazer a coisa certa, por lutar para melhorar seu país, por sonhar por um mundo melhor p seus filhos e os “nossos” (sabem que estou na espera).

Uma amiga me disse Simone, enquanto vc. não é mãe de fato, vc. pode usar a energia materna para as pessoas , as situações ao seu redor. E creio que faço isso neste momento.

De todo modo vamos agradecer pelas pessoas que podem passar um dia das mães alegre e feliz.

Esta é Ingrid, pós 6 anos de cativeiro.bjs. Simone

Ingrid Betancourt

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Ingrid Betancourt Pulecio (Bogotá, Colômbia, 25 de Dezembro de 1961 – ) é uma senadora e activista anti-corrupção francocolombiana. Foi raptada pelo grupo terrorista FARC em 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais. Betancourt permanece cativa, pois é uma refém-chave para uma possível troca das FARC para com o governo colombiano por prisioneiros e seqüestrados, respectivamente.

[ Biografia

Filha de um ex-senador e ex-embaixador colombiano com uma ex-miss Colômbia, Gabriel Betancourt e Yolanda Pulecio, viveu boa parte de sua juventude em Paris, onde o pai servia como embaixador da UNESCO. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Seu ambiente familiar propiciou-lhe o convívio com o poeta Pablo Neruda, o escritor Gabriel García Márquez e o pintor Fernando Botero. Teve dois filhos de seu primeiro casamento na França.[1].

Após o assassinato de Luis Carlos Galán, (ex-candidato a presidência) com uma plataforma política anti-drogas, Íngrid decidira retornar à Colômbia (1989). Em 1990 ela trabalhou no Ministério das Finaças da Colômbia, posteriormente abandonou, para entrar na política. Na sua primeira campanha, Íngrid distribuira preservativos que representavam como ela mesmo dizia: “um preservativo contra a corrupção”. Combatia o tráfico de drogas e militava na causa ambiental.

Íngrid concorrera ao cargo de senadora na eleição de 1998 – a quantidade de votos que recebera fora a maior entre todos os candidatos ao senado daquela eleição. Durante seu mandato recebera ameaças de morte por uma organização militar desconhecida, forçando-a a enviar seus filhos para Nova Zelândia.

Na eleição presidencial seguinte, Íngrid concedera apoio a Andrés Pastrana em troca de concessões de seu interesse. Porém, após sua eleição ela reivindicara o não cumprimento das promessas por Andrés a ela feitas.

Após a eleição de 1998 Íngrid escrevera um livro, uma memória. A priori, seu livro não fora publicado na Colômbia , pois continha revelações polêmicas, além de críticas e acusações contra o antigo presidente Samper e outros, por isso fora publicado inicialmente na França com o título: “La Rage au Coeur” (Raiva no coração).[2]

Seqüestrada em 2002, permanece refém das FARC.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Pari]

  1. Bingemer, M.C.(2008): Pela liberdade de uma mulher. Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, acessado em 12 de março de 2r
Commons
O Wikimedia Commons possui multimídia sobre Ingrid Betancourt
a
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Ingrid Betancourt

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Grafitagem de Ingrid Betancourt em Paris.

Ingrid Betancourt Pulecio (Bogotá, Colômbia, 25 de Dezembro de 1961 – ) é uma senadora e activista anti-corrupção francocolombiana. Foi raptada pelo grupo terrorista FARC em 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais. Betancourt permanece cativa, pois é uma refém-chave para uma possível troca das FARC para com o governo colombiano por prisioneiros e seqüestrados, respectivamente.

[editar] Biografia

Filha de um ex-senador e ex-embaixador colombiano com uma ex-miss Colômbia, Gabriel Betancourt e Yolanda Pulecio, viveu boa parte de sua juventude em Paris, onde o pai servia como embaixador da UNESCO. Estudou Ciências Políticas no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Seu ambiente familiar propiciou-lhe o convívio com o poeta Pablo Neruda, o escritor Gabriel García Márquez e o pintor Fernando Botero. Teve dois filhos de seu primeiro casamento na França.[1].

Após o assassinato de Luis Carlos Galán, (ex-candidato a presidência) com uma plataforma política anti-drogas, Íngrid decidira retornar à Colômbia (1989). Em 1990 ela trabalhou no Ministério das Finaças da Colômbia, posteriormente abandonou, para entrar na política. Na sua primeira campanha, Íngrid distribuira preservativos que representavam como ela mesmo dizia: “um preservativo contra a corrupção”. Combatia o tráfico de drogas e militava na causa ambiental.

Íngrid concorrera ao cargo de senadora na eleição de 1998 – a quantidade de votos que recebera fora a maior entre todos os candidatos ao senado daquela eleição. Durante seu mandato recebera ameaças de morte por uma organização militar desconhecida, forçando-a a enviar seus filhos para Nova Zelândia.

Na eleição presidencial seguinte, Íngrid concedera apoio a Andrés Pastrana em troca de concessões de seu interesse. Porém, após sua eleição ela reivindicara o não cumprimento das promessas por Andrés a ela feitas.

Após a eleição de 1998 Íngrid escrevera um livro, uma memória. A priori, seu livro não fora publicado na Colômbia , pois continha revelações polêmicas, além de críticas e acusações contra o antigo presidente Samper e outros, por isso fora publicado inicialmente na França com o título: “La Rage au Coeur” (Raiva no coração).[2]

Seqüestrada em 2002, permanece refém das FARC.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

Melanie Betancourt, filha de Ingrid Betancourt, em um manifesto para que as Farcs libertem a sua mãe, em Paris.

[editar] Referências

  1. Bingemer, M.C.(2008): Pela liberdade de uma mulher. Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, acessado em 12 de março de 2008.
  2. http://www.ratsdebiblio.net/betancourtingrid.html

[editar] Ligações externas

Commons
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