Arquivo para março \30\UTC 2008

30
mar
08

VOCÊ SABE ONDE FICA A BOCA DO CÉU?

Oi você sabe onde fica a boca do céu?
A boca do céu não sei onde fica, mas O Evento boca do céu, eu seiiiiiiii.
Boca do céu é um evento internacional de contadores de histórias, que está acontecendo aqui em São Paulo, no Sesc Pompéia. Começou hoje e vai até dia 06/04. Caso vc. conheça alguém que goste de contação de história, pode ser professor, aluno, e curiosos.Então vamos aproveitar.Visitem o site do Sesc.
bj. Si.

26
mar
08

ANALFABETISMO

Olá,
estou viajando, mas fui convidada p uma blogagem coletiva sobre o analfabetismo, caso vc tb queira participar pode entrar nos endereços abaixo.bjs. Simone.

No blog da Georgia (http://saia-justa-georgia.blogspot.com/) e no blog da Meiroca (www.meiroca.com).

18
mar
08

VOCÊ JÁ FOI ‘A BAHIA?

Oi,
vc já foi a Bahia?Conhece suas comidas, suas danças, suas tradições? As praias?
Não?Então vá.Ary Barroso, já dizia isso.
Esta semana estarei apresentando um pouquiho do muito q a Bahia tem para mostrar.

E p/ começar uma música de um baiano .As demais coisas aos poucos irei revelando aos poucos.
Vc. conhece algum baiano ou baiana, já conviveu com eles?Tem alguma história engraçada?Me conte e faremos um post diferente.
bj e cheiros.Simone.

Toda Menina Baiana
Gilberto Gil

Toda menina baiana tem
Um santo que Deus dá
Toda menina baiana tem
Encantos que Deus dá
Toda menina baiana tem
Um jeito que Deus dá
Toda menina baiana tem
Defeitos também que Deus dá
Que Deus deu, que Deus dá
Que Deus entendeu de dar
A primazia
Pro bem, pro mal
Primeira mão na Bahia
Primeira missa
Primeiro índio abatido
Também que Deus deu
Que Deus entendeu de dar
Toda magia
Pro bem, pro mal
Primeiro chão da Bahia
Primeiro carnaval
Primeiro pelourinho
Também que Deus deu
A, a, a, que Deus deu

18
mar
08

PARTE3-PELA VALORIZAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA- algumas histórias

PARTE3-PELA VALORIZAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA- algumas histórias

Para finalizar esta primeira homenagem as mulheres brasileras termino com Pagu-
Patrícia Rehder Galvão, conhecida pelo pseudônimo de Pagu, (Nasceu em São João da Boa Vista, 9 de junho de 1910 — E morreu em Santos, 12 de dezembro de 1962) foi uma escritora e jornalista brasileira. Militante comunista, teve grande destaque no movimento modernista iniciado em 1922.
Bem antes de virar Pagu, apelido que lhe foi dado pelo poeta Raul Bopp, Zazá, como era conhecida em família, já era uma mulher avançada para os padrões da época, pois cometia algumas “extravagâncias” como fumar na rua, usar blusas transparentes, manter os cabelos bem cortados e eriçados e dizer palavrões. Nada compatível com sua origem familiar, principalmente pelo lado materno: os Rehder eram imigrantes alemães do Schleswig-Holstein que enriqueceram na produção de café.
Pagú presencia, ainda que muito jovem – tinha à época 12 anos – a Semana de Arte Moderna de 1922 e o início do movimento modernista, do qual mais tarde iria participar. Em 1925, com quinze anos, passa a colaborar no Brás Jornal, assinando Patsy.

Em 1930, um escândalo para a sociedade conservadora de então: Oswald separa-se de Tarsila e casa-se com Pagú;. No mesmo ano, nasce Rudá, segundo filho de Oswald e primeiro de Pagu. Os dois se tornam militantes do Partido Comunista. Em missão do partido, Pagu vai à Argentina se encontrar com Luís Carlos Prestes.

Ao participar da organização de uma greve de estivadores em Santos Pagu é presa. Era a primeira de uma série de 23 prisões, ao longo da vida. Logo depois de ser solta (1933) partiu para uma viagem pelo mundo, deixando no Brasil o marido Oswald e seu filho. No mesmo ano, publica o romance Parque Industrial, sob o pseudônimo de Mara Lobo.
Ainda trabalhava como crítica de arte, quando foi acometida de um câncer. Viaja a Paris para se submeter a uma cirurgia, sem resultados positivos. Volta ao Brasil e more em 1962.
Em viagem à China, Pagu obteve as primeiras sementes de soja que foram introduzidas no Brasil.

* Em 2004, a memória de Pagu foi salva pela catadora de rua Selma Morgana Sarti, em Santos. A catadora encontrou jogados no lixo fotos E CARTAS DE PAGU E SEU COMPANHEIRO.
FELIZMENTE ACHARAM ESSES DOCUENTOS,POIS SENÃO A MEMÓRIA DESTA MULHER NOTÁVEL ESTARIA LITERALMENTE NO LIXO.
BJS. E ATÉ A PRÓXIMA
SIMONE.
Postado por Simone corpomente e artes às 17:16 0 comentários

09
mar
08

PARTE 2-PELA VALORIZAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA- algumas histórias

Nise da Silveira nasceu em Maceió, 15 de fevereiro de 1906, e morreu no Rio de Janeiro, 30 de outubro de 1999) foi uma renomada médica psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung.
Dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas agressivas de tratamento de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia.
Cria um método de trabalho (Terapia Ocupacional)no qual utiliza das artes e o convivio com animais p tratar e readaptar os pcts psiquiatricos a sociedade.
Criou o MUSEU DO INCONSCIENTE e depois em 1956, Nise desenvolve outro projeto também revolucionário para sua época: cria a Casa das Palmeiras, uma clínica voltada à reabilitação de antigos pacientes de instituições psiquiátricas.
Através do conjunto de seu trabalho, Nise da Silveira introduziu e divulgou no Brasil a psicologia junguiana.
Sua pesquisa em terapia ocupacional e o entendimento do processo psiquiátrico através das imagens do inconsciente deram origem a diversas exibições, filmes, documentários, audiovisuais, cursos, simpósios, publicações e conferências. Foi agraciada com diversas condecorações, títulos e prêmios em diferentes áreas do conhecimento.
Seu trabalho e idéias inspiraram a criação de museus, centros culturais e instituições terapêuticas similares às que criou em diversos estados do Brasil e no exterior, por exemplo:

* o “Museu Bispo do Rosário”, da Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro)
* o “Centro de Estudos Nise da Silveira” (Juiz de Fora, Minas Gerais)
* o “Espaço Nise da Silveira” do Núcleo de Atenção Psico-Social (Recife)

Isso é que (foi), alás, é mulher, pois continua viva em suas obras.bjs. Simone.

MÚSICA DE RAUL SEIXAS

Enquanto você se esforça pra ser

Um sujeito normal e fazer tudo igual

Eu do meu lado aprendendo a ser louco

Um maluco total na loucura real

Controlando minha maluquez

Misturada com minha lucidez

Vou ficar, ficar com certeza maluco beleza

Vou ficar, ficar com certeza maluco beleza

E esse caminho que eu mesmo escolhi

É tão fácil seguir por não ter onde ir

Controlando minha maluquez

Misturada com minha lucidez

Vou ficar, ficar com certeza maluco beleza

Vou ficar, ficar com certeza maluco beleza

Vou ficar, ficar com certeza maluco beleza
Postado por Simone corpomente e artes às 17:09 0 comentários
Marcadores: inconsciente, mulher, nise da silveira

08
mar
08

PELA VALORIZAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA- algumas histórias

Olá,
hoje é dia da mulher e conforme combinamos é dia de blogagem coletiva.
Para valorizar uma coisa é preciso CONHECER, qtas mulheres brasileiras nós conhecemos que fizeram algo pelo Brasil, pelo mundo? Lembrou de pelo menos 3 nomes? Quem não lembrou não tem problema, pois ai vão 3 nomes de peso.Cada uma de um Estado do Brasil.

1.Chiquinha Gonzaga

2.Nise da Silveira

3.Pagu

Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (Nasceu no Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1847 — e morreu no Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 1935) foi uma compositora e pianista brasileira.

Foi a primeira chorona,
primeira pianista de choro
e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.
Ao todo, compôs músicas para 77 peças teatrais, tendo sido autora de cerca de duas mil composições.
Chiquinha participou ainda, ativamente, da campanha abolicionista e foi fundadora da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
Filha de uma mulher pobre e mulata,e de um militar de carreira promissora, oriundo de família abastada.Foi educada para casar e o fez,mas separou-se e pagou um preço alto.Mulher separar em pleno sec. XIX era um absurdo.
É autora de uma das músicas mais famosas do carnaval “O abre alas”
1913 – Deflagra campanha em defesa pelo direito autoral dos compositores e teatrólogos.Ela é a responsável pela lei dos direitos autorais.
1935 – Morre no dia 28 de fevereiro.Dois dias depois realiza-se o primeiro concurso oficial das escolas de samba.

Bem hoje vou falar só de Chiquinha das outras falarei nas postagens seguintes e digo até breve inspirada em Chiquinha
“Abram alas que as mulheres querem passar e deixar marcas de amor, paz, luta e justiça”.
bjs. Simone

Música(composta em 1899, por Chiquinha)

Ó abre alas
Que eu quero passar
Ó abre alas
Que eu quero passar
Eu sou da Lira
E não posso negar
Rosa de Ouro
É que vai ganhar

p.s Caso queiram saber mais sobre esta espetacular mulher passem no http://www.chiquinhagonzaga.com
Postado por Simone corpomente e artes às 15:58 0 comentários

06
mar
08

PELA VALORIZAÇÃO DA MULHER BRASILEIRA

Oi,
esse assunto é importantíssimo,dia 8 vem ai.participarei da blogagem coletiva estou tentado me adicionar ao post coletivo.
Enquanto isso deixo duas múscas que falam de nós.
A segunda letra creio que combina bastante com o clima do dia 8 de março,pois fala “nem td. brasileira é bunda” .bjs. Si.

Cor de Rosa Choque
Rita Lee

Nas duas faces de Eva
A bela e a fera
Um certo sorriso
De quem nada quer…

Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher…

Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque…

Mulher é bicho esquisito
Todo o mês sangra
Um sexto sentido
Maior que a razão
Gata borralheira
Você é princesa
Dondoca é uma espécie
Em extinção…

Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque…

PAGU
(Rita Lee / Zélia Duncan)

Mexo remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Eu sou pau pra toda obra
Deus da asas à minha cobra
Minha força não é bruta
Não sou freira nem sou puta

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito “home”

Sou a rainha do meu tanque
Sou pagú indignada no palanque
Fama de porralouca, tudo bem
Minha mãe é maria ninguém
Não sou atriz / modelo / dançarina
Meu buraco é mais em cima

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito “home”